sábado, 19 de abril de 2008

Cenas que perduram/Até que a vista nos doa (4)

Natalie Portman, Closer (2004), Mike Nichols

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A ver

Teatro D. Maria II, Sala Estúdio

Começar a Acabar




“Em breve estarei morto finalmente apesar de tudo”.

“Nunca amei ninguém acho eu, senão lembrava-me”.



de SAMUEL BECKETT


direcção tradução interpretação JOÃO LAGARTO
desenho de luz JOSÉ CARLOS GOMES
figurino ANA TERESA CASTELO
música JORGE PALMA



co-produção TNDM II ACE Teatro do Bolhão

quinta-feira, 17 de abril de 2008

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Can you hear Major Tom?


Aos sonhos de astronauta.
À imensidão que volta e meia nos estarrece.
À multidão (às vezes feita solidão) inter-galáctica.
À nossa estúpida tentativa de controlar o que não foi feito para ser controlado.
À entropia. À beleza da energia, que não se gasta nem se perde: conserva-se e transforma-se.
Às descobertas.
À ilusão. Ao esquecimento da desilusão.
Às viagens. Às idas mas também aos regressos. Aos caminhos.
Às paixões lunáticas, aos devaneios e às curas. Ou às faltas delas.
Aos cometas, às personagens de outro mundo mas também aos pequenos astros mundanos.

Ao Major Tom que há em nós.


David Bowie - Space Oddity

Ground control to Major Tom,
Your circuit's dead, there's something wrong
Can you hear me Major Tom?
Can you hear me Major Tom?
Can you hear me Major Tom?
Can you...

Here am I floating round my tin can
Far above the moon
Planet Earth is blue, and there's nothing I can do....




P.S:
Uma das covers de David Fonseca dia 12.
Axiomático: a boa música leva sempre à boa música.
O reconhecimento e a orientação posteriores são da inteira responsabilidade de quem assim entender se acusar
(Cheers Major LFMI!).

terça-feira, 15 de abril de 2008

Cinema por casa

Thumbsucker, Mike Mills (2005)

That's 'cause we all wanna be problemless. To fix ourselves. We look for some magic solution to make us all better, but none of us really know what we're doing. And why is that so bad? That's all we humans can do. Guess. Try. Hope. But, Justin, just pray you don't fool yourself into thinking you've got the answer. Because that's bullshit. The trick is living without an answer. I think.

domingo, 13 de abril de 2008

Feeling like 80´s

Phil Oakley - Together in electric dreams

We'll always be together
However far it seems
We'll always be together
Together in electric dreams






O orgulho de ter nascido nesta década. Quando os pirosos tinham estilo.
Ou apenas as reminiscências do concerto do dia 12. Naquele que para mim, foi o momento alto da noite.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Lobo Antunes

As crónicas do Lobo Antunes na Visão.
Quase que por si só valem os 2,80 euros da revista.
É um prazer. Ao café então, sem palavras.

Mais uma. Aqui.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Cinema por casa

2 Dias em Paris, Julie Delpy (2007)

sábado, 5 de abril de 2008

Até que a vista (e não só) nos doa (3)




















Pre-scriptum
:
Um post que peca por ser tardio. Admito. Já meio mundo e outra metade ouviu falar de Rita Redshoes.

Sim, eu também. Acontece que só hoje tive a oportunidade de assistir ao feitiço dos sapatos vermelhos ao vivo. E o resultado final é simples: fiquei deliciado.

Seja feita inteira justiça: a voz feminina do momento no nosso panorama musical.
Presença, simpatia, beleza, charme e um sorriso capaz de conquistar "ceguinhos". Pouca coisa em pouco mais de 1,50 metros de altura, feitos gente bem grande em cima de sapatos altos berrantes.
Sou menino para apostar que vai ter sucesso. Assim espero.
Estou convertido à sua "Era Dourada". Numa espécie de feitiço que tem qualquer coisa de "Feist-iano" mas com o orgulho de ser cá do cantinho à mistura.
E dia 12 lá estou no Coliseu.
Expectativas muito altas. Quanto menos seja para voltar a ver aquele sorriso (daí que a menina Rita seja catalogada também na categoria das que fazem doer a vista...mas não só). Por si só, já chega.
Mas também porque ouvir música feita com prazer é outra coisa. Sem dúvida.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Tenho saudades de Lua Cheia

We walked around til the moon got full like a plate

And the wind blew an invocation and I fell asleep at the gate

in So Real, Jeff Buckley



Dos mais deliciosos versos feitos melodia até hoje.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

(KO)isas sem (nenhum) sentido (5)

"Mugabe só aceita a derrota se for declarado vencedor."

[(!!!!???)]


in Jornal Global Notícias, 3 de Abril de 2008

Algures lá para o fim da notícia, percebe-se o aparente paradoxo do título.
Lê-se então sobre a situção política no Zimbabué:
"Uma coisa é certa no meio de toda a confusão (mas qual confusão?). Mugabe só aceita sair se não levar o rótulo de derrotado (que injustiça chamar essas coisas ò homem pá!) porque isso é algo que nunca admitirá. Se aparecer uma solução do tipo você ganhou mas deve exilar-se, então ele aceitará (ahhh...claro, assim sim. é justo, sim senhor. é assim que se faz normalmente.)", afirma um diplomata sul-africano que acompanha o processo eleitoral no Zimbabué."

Reza a história que Mugabe é um tipo deplorável nas suecadas de Domingo à tarde de Harare. Ganha sempre, mesmo quando não joga.

Pior que o mau perder é o "ok pá, eu faço-te o jeitinho e deixo-te ganhar. Tens é de admitir que eu sou o maior cá do sítio".

sábado, 29 de março de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

Dialécticas acerca do amor: How do you keep love alive?

Lord, I miss that girl
On the day we met the sun was shining down
Down on the valley
Riddled with horses running
Crushing them with flowers
I would have picked for her
On the day she was born
She runs through my veins like a long black river
And rattles my cage like a thunderstorm
Oh my soul

What does it mean?
What does it mean?
What does it mean to be so sad?
When someone you love
Someone you love is supposed to make you happy
What do you do
How do you keep love alive?
When it won't

What, what are the words
They use when you know it's over
"We need to talk," or
"I'm confused, maybe later you can come over"
I would've held your mother's hand
On the day you were born
She runs through my veins
Like a long black river and rattles my cage
Like a thunderstorm
Oh, my soul
What does it mean?
What does it mean?
What does it mean to be so sad?
When someone you love
Someone you love is supposed to make you happy
What do you do
How do you keep love alive?
When it won't



How do you keep love alive, Ryan Adams

P.S: A cover do David Fonseca desta bela música.
Ao que parece uma das músicas que está no seu top10 de sempre e, como tal e assumidamente, faz com que todo o santo-dia sinta saudável inveja do seu criador. A ouvir.

quinta-feira, 27 de março de 2008

A casa recomenda


Por 8,99€ na Fnac.
Uma dúzia de boas canções e um cd com uma capa bem bonita.
É de ficar orgulhoso por tê-lo.









Até que a vista nos doa (2)

Norah Jones

quarta-feira, 26 de março de 2008

(KO)isas (com) sentido (4)

Sei que, algures por aqui, guardo a maior das minhas lágrimas para o dia em que tiver de me despedir de TI.

terça-feira, 25 de março de 2008

A série: Cenas que perduram

"Nobody fucks with Jesus!!!"
The Big Lebowski, Joel Cohen (1998)

segunda-feira, 24 de março de 2008

(KO)isas sem sentido (3)

Um casal de idosos que-não-são-mais-que-velhinhos-que-é-um-termo-bem-mais-bonito (idosas são as pirâmide de Gizé), de seus 70 e poucos anos de idade, à entrada do bar do Hospital com a revista "O Mundo Universitário" na mão.

Maravilhoso.
O poder de uma revista.

sábado, 22 de março de 2008

Dialécticas acerca do amor: Fools in love



Fools in love, well are there any other kinds of lovers?
Fools in love, is there any other kind of pain?

...
Fools in love, are there any creatures more pathetic?
Fools in love, never knowing when they've lost the game
...
Fools in love, gently hold each others hands forever
Fools in love, gently tear each other limb from limb
...
Fools in love they think they're heroes
'Cause they get to feel no pain
I say fools in love are zeros
I should know, I should know
Because this fool's in love again.



Fools in love, Inara George

quinta-feira, 20 de março de 2008

Psssssttt...

...silêncio que isto é divinal!!!
(de fazer chorar as pedras da calçada portuguesa...)

Patrick Watson & Cinemathic Orchestra - To build a home


De momento, ainda estamos a processar o artigo "Patrick Watson".
Pedimos desculpa pelo atraso. Em breve passaremos as outras musicalidades.
Agradecemos a compreensão.

Atenciosamente,
A gerência deste humilde blog.

Lembranças

Tem dias em que me lembro dos gomers. Da crueldade, do repúdio mas também da autenticidade incompreensível e revoltante que nutro por tal denominação.
Hoje foi um deles e sei que mais dias assim virão.

"...Quem é que está de serviço hoje?
- Eu- disse o Potts.
- Ainda bem, porque aquele som horrível é de um gomer. Da Ina Goober, se não me engano, que no ano passado atendi 6 vezes. Ela é um gomer, ou melhor, no feminino, uma gomere. Gomer é um acrónimo: Get out of my emergency room. É o que nos apetece dizer quando nos enviam alguém da enfermaria às 3 da manhã.
- Acho isso um bocado grosseiro- disse o Potts.- Alguns de nós não partilham essa opinião em relação aos idosos.
- Pensas que eu não tenho avó?- perguntou o Gordo indignado.- Tenho sim, e é a velhinha mais querida, ternurenta e maravilhosa. Os seus bolinhos matzoh flutuam e para os conseguirmos comer é preciso espetarmos-lhes bem o garfo. A sopa até levita sob a força deles. Temos de comer em cima de escadas, raspando a comida do tecto. Eu gosto...- teve de parar, e limpar as lágrimas dos olhos, e depois continuou num tom suave:- Eu gosto muito dela.
Pensei no meu avô. Também eu gostava muito dele.
- Mas os gomers não são apenas velhinhos amorosos- continuou o Gordo.- Os gomers são seres humanos que perderam tudo aquilo que fazia deles seres humanos. Desejam morrer, só que nós não o permitimos. Ao salvá-los, estamos a ser crueís com eles, e eles, por sua vez são crueís connosco ao lutarem com unhas e dentes contra as nossas tentativas para os salvarmos. Eles magoam-se e nós magoamo-los..."

in A Casa dos Deuses, Samuel Shem

terça-feira, 18 de março de 2008

(KO)isas sem sentido (2)

Será que me vou tornar grande fã de blues?!?

Tudo por causa disto.
Aqui:

Snapshots

Campo Pequeno.

A série: "Até que a vista nos doa"

Rachel Bilson

segunda-feira, 17 de março de 2008

O meu brinquedo mais recente

maps.live.com


Descobri um dia destes no Público.
Já adorei legos, playmobil (a propósito, nunca mais vi disto à venda), Simcity´s e afins.
E agora também já levo uns bons minutos (ou horas) nisto.
De fazer corar os tipos do Google Earth de vergonha.

Dizem que gajos percebem de mapas. Não sei. Mas se alguma vez percebi, é agora que vou poder melhorar os meus conhecimentos.
Mas que isto dá cá um jeitaço para conhecer a cidade, se dá.
Incrível. Ainda estou estupefacto.

O senão: a segurança e o anonimato.
Nos dias que correm é mais fácil encontrar uma agulha num palheiro do que escondê-la. Nunca o terrorismo teve brinquedos tão acessíveis.
Ainda assim, creio que mais vale a informação consciente do que a ignorância obsoleta.

domingo, 16 de março de 2008

Elementar meu caro Watson!

Concerto de Patrick Watson, Aula Magna, 13 de Março 2008.

Posso morrer sem ver Jeff Buckley ao vivo. Quanto a isso, já me resignei. E pior ainda: sempre me custou e cada vez mais me custa acreditar na ideia de vida além da morte, muito menos em concertos póstumos. O que, para o caso, também não ajuda mesmo nada.
Felizmente já senti qualquer coisa do que seria ver "The Mistery White Boy" ao vivo. No ano passado com Andrew Bird e este ano com Patrick Watson.

Qualquer semelhança é, antes de tudo, uma mera heresia do acaso e porque não, uma benção para fãs. Não existem 2 pessoas iguais (é certo) mas, felizmente, vão havendo por aí uns gajos com algumas coisas parecidas.

...na falta de scanner para digitalizar o bilhete
(essa manhosa estratégia de fazer inveja a terceiros na blogosfera...),
aqui vão as snapshots do meu lugarzinho (bastante bem situado):




Os momentos altos da noite (a meu ver):

- A escapadela do Patrick piano fora
(creio que não terá havido ninguém naquela sala que não se tenha arrepiado...)



- A jam session ao sabor de Man under the sea:
(momento registado na 3ªfoto)
Aqui para os curiosos.

- O pedido da nação benfiquista para improvisação de uma música intitulada "Vivó Benfica", uns tantos what´s de Patrick e a consequente risota geral. (Na falta de motivos desportivos para sorrir, resta-nos o prazer de uma bela canção...e aquele hino dos HUF até que já cansa...se é que não cansou sempre...)

Resumindo: temos homem (bom músico, simpático, criativo) e temos banda.
Patrick Watson é daqueles artistas que nos faz acreditar que fazer música é incrivelmente fácil. Assim fosse.
Elementar meu caro Watson!


P.S:
1. PW merecia bem mais do que meia casa. Será que a malta anda desantenta ou terá sido por mero acaso que PW ganhou o Polaris Prize a artistas como The Arcade Fire ou Feist? Hmmm, não me parece...
2. A acústica/sistema de som da Aula Magna (apesar da sobriedade e imponência da sala) a meu ver, em nada fica atrás do TAGV em Coimbra (que por sua vez em nada fica atrás da Magna, em termos de beleza). Por isso, pergunto-me: depois de Andrew Bird, para quando um destes songwriters por palcos conimbricenses? E até que Bird tinha a sala bem mais composta em Coimbra...

sexta-feira, 14 de março de 2008

Snapshots

Na Gulbenkian.






quinta-feira, 13 de março de 2008

Urbano-depressivos

Acordar cedo em dia de folga.
Esbarrar na azáfama quotidiana de quem não conhece outra coisa que não seja trabalho.
A escassos metros da minha porta, todo o santo-dia, numa espécie de boutique, três velhos sentados a conversar. Ainda nem sei de que trata, tal a quantidade de sucata e coisas velhas que por lá se encontra.
(Desconfio que vendam histórias de vida, só. Prometo que um destes dias- assim eu tenha coragem para tal- hei de entrar e perguntar a quanto é que é.)

Sempre adorei ver os outros assim. Passando diante que nem personagens. A alguns até advinho-lhes os gestos. Os rituais. Sabem-me a ontem e antes-de-ontem e quase que lhes sinto o cheiro de amanhã.
(Logo vejo-vos por aqui?)

Chegadas, partidas, descargas e buzinas. Tudo rotinas. E aquele conjunto das luzes e sombras de momento. Traçadas a esquadro solar. Únicas e deliciosas.
(Se lá voltar, sei que, nem gente nem sombras serão as mesmas.)

Passear sozinho pelo simples prazer de o fazer.
Derivar com ar de quem sabe por onde anda. Trafulhices. Sempre encarei o teatro como uma arte, um desafio só ao alcance de alguns.
(Agora que penso nisso, acho que nunca fui bom actor.)

Ainda vou tendo para mim que as artes são daquelas coisas que não se aprendem.
(Até quando? - penso.)

Sou uma espécie de estrangeiro que joga em casa.
(Um dia destes até quem sabe me concedem o estatuto. Tal é o modo em que as coisas andam por aqui.)

"Catch me if you can". "There´s no-one here and this is all for me".
(Às vezes vêm-me à cabeça estas frases soltas, meio desconexas. Pedaços de filmes, quem sabe.
A infância guarda-nos estas pequenas coisas, sem dúvida. Não os consigo situar. Sei apenas que estão algures por aqui.
A minha memória foi sempre assim. Nem sei bem se me recordo de algo que não sejam fragmentos do que já vivi.)


Hoje sou todo EU um desses míticos seres urbano-depressivos.

domingo, 9 de março de 2008

O último a rir, ri sempre melhor

Ou nas palavras de Morrissey, qualquer coisa como: "o Eitor armou-se em esperto e lixou-se" (The first of the gang to die).
A música que embala o meu fim-de-semana. Irresistível. Escapou-me em 2004 (ok, admito!) mas os primeiros segundos do recente Greatest Hits, um dia destes, num dos phones da Fnac, foram mais que suficientes.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Snapshots

No Metro.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

(KO)isas sem sentido

Intrigante. É impressão minha ou o falso vento que sopra à saída do metro de Alto dos Moínhos é o melhor sinal que podia haver para indicar que estou prestes a chegar a casa?
Delicioso aquele estúpido arrepio.

Glen Hansard & Marketa Iglova - Falling slowly (Once OST)
(vencedor da Melhor BSO Óscares 2008)

sábado, 23 de fevereiro de 2008

"Soft Candy"

Ellen Page

A miúda que faz papelaço de gente grande no Juno.
A casa recomenda vivamente: a ver e não perder!!!

Mac MacGuff: In my opinion, the best thing you can do is find a person who loves you for exactly what you are. Good mood, bad mood, ugly, pretty, handsome, what have you, the right person will still think the sun shines out your ass. That's the kind of person that's worth sticking with.
Juno MacGuff: I sort of already have.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Cinema fora de casa

O Lado Selvagem, Sean Penn (2007)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Pausa para um mo(nu)mento publicitário

Impossível não andar a cantar isto no chuveiro durante uns bons 15 dias.
(Eu vou já no 14º e ainda não me fartei).
A boa publicidade (para o caso do Fiat Bravo) é também feita de uma boa música.

Diz que é uma criatura maravilhosa. Do veículo em causa nada sei mas que a música o é, quanto a isso, não há nada a dizer.
(E o italiano é uma língua espetacular...sempre lhe achei piada.)


Gianna Nannini - Meravigliosa creatura


Molti mari e fiumi
attraverserò,
dentro la tua terra
mi ritroverai.
Turbini e tempeste
io cavalcerò,
volerò tra i fulmini
per averti.
Meravigliosa creatura,
sei sola al mondo,
meravigliosa paura
di averti accanto,
occhi di sole
bruciano in mezzo al cuore
amo la vita meravigliosa.
Luce dei miei occhi,
brilla su di me,
voglio mille lune
per accarezzarti.
Pendo dai tuoi sogni,
veglio su di te.
Non svegliarti, non svegliarti ancora.

Meravigliosa creatura,
sei sola al mondo,
meravigliosa paura
di averti accanto.
Occhi di sole,
mi tremano le parole,
amo la vita meravigliosa.

Meravigliosa creatura,
un bacio lento,
meravigliosa paura
di averti accanto.
All’improvviso
tu scendi nel paradiso.
muoio d'amore meraviglioso

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Cinema fora de casa

Enfim Juntos, Claude Berri (2007)

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Modo: Repeat

Capaz de fazer chorar gorilas machos de 200 kg.

Patrick Watson - The Great Escape


13 de Março na Aula Magna. Eu vou.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O elogio do atéismo

Porque é que um jardim não pode ser simplesmente belo sem acreditar que por trás dele se encondem fadas encantadas?

in A desilusão de Deus, Richard Dawkins

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Snapshots

Do alto lá do sítio em que trabalho.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Day 1

Na prática hoje tornei-me MÉDICO. Num hospital grande e diferente, numa cidade grande e diferente.
(...com as dúvidas metafísicas e existenciais que tamanha situação acarreta, inclusive).

E não consegui evitar que esta sequência não passasse pela minha cabeça:



"Each of you comes here today hopeful, wanting in on the game. A month ago, you were in med school, being taught by doctors.
Today... you are the DOCTORS."

Damn! Can someone help me?

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Cinema por casa


...e este dá direito a palmas de pé...brilhante!
(e não é só pelo momento musical lá para o fim...isso é apenas uma pequena mais valia)

Quem não é liberal até aos 30 não tem coração; quem é liberal depois dos 30 não tem cérebro.

Ainda assim, entre o coração e o cérebro escolho os 2. Sou incapaz de tomar partido de qualquer um. Tenho para mim que o cérebro não passa sem o coração (a explicação anatomo-fisiológica é mais que suficiente) e um coração inadequadamente controlado pelo sistema nervoso resume-se à estupidez de uma caixa de ritmos avariada e irremediavelmente condenada.
Ao ver o filme, compreende-se bem a veracidade de tamanho ditado e um pouco melhor a verdeira natureza humana.
Li algures um destes dias por aí que, quando existem duas posições ferverosas diametralmente opostas, o mais provável será que ambas tenham grandes brechas.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Cinema por casa

Goodbye Lenine, Wolfgang Becker (2003)

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Ausências

...que viagem é essa
que te diriges em todos os sentidos
andas em busca dos sonhos perdidos...

Sempre Ausente, António Variações